
Custo de vida na Itália em 2026: Saiba o que é essencial nas suas finanças para viver no país
- Belon Cidadania

- há 2 dias
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Quem já iniciou o processo de cidadania italiana ou recebeu o passaporte italiano costuma se perguntar: quanto é preciso para manter uma vida padrão no país sem surpresas?
Em fevereiro de 2026, os dados do Numbeo indicam que uma pessoa sozinha gasta em média 883,50 euros por mês sem contar aluguel. Somando moradia em localização central, o total fica em torno de 1.600 euros.
Para uma família de quatro, o valor sobe para cerca de 3.156 euros sem aluguel.
Esses números ficam acima da média brasileira, mas o acesso ao SSN (sistema público de saúde) e a possibilidade de trabalhar em qualquer país da União Europeia mudam o cálculo para quem tem o passaporte.
Em São Paulo, por exemplo, o mesmo apartamento de um quarto no centro sai por cerca de 362 euros, enquanto na Itália varia de 469 euros em Palermo a 1.091 euros em Milão, segundo levantamento da Wise.
Gastos mensais detalhados em 2026

Os valores abaixo vêm do Numbeo (atualizado em 23 de fevereiro de 2026) e refletem médias nacionais. Na prática, o sul e o interior saem mais baratos que o norte.
• Aluguel
Apartamento de 1 quarto no centro: 733 euros (média nacional).
Fora do centro: 572 euros.
Em Milão: centro chega a 1.477 euros.
Em Nápoles: 625 euros.
Em Turim: 564 euros.
Em Palermo: 469 euros.
• Alimentação
Refeição simples em restaurante: 16 euros.
Cesta básica mensal para uma pessoa (leite, pão, arroz, ovos, frutas, carnes): cerca de 250 euros.
Para casal: 500 euros em média. Supermercados como Coop ou Esselunga ajudam a controlar o orçamento com produtos locais.
• Contas da casa (luz, gás, água, lixo, internet para 85 m²)
201 euros em média. No inverno sobe com aquecimento; no sul fica mais baixo.
• Transporte
Passe mensal de ônibus ou metrô: 38 euros.
Gasolina: 1,77 euro o litro.
Táxi inicial: 5 euros.
• Saúde
Com cidadania italiana, o SSN cobre consultas, exames e internações com ticket baixo ou zero. Planos privados complementares começam em 34 euros por mês.
• Lazer e outros
Academia: 49 euros.
Cinema: 9,80 euros.
Total estimado para lazer: 100 a 200 euros.
Total mensal estimado para uma pessoa (com aluguel no centro e vida padrão): 1.600 a 1.800 euros.
Em cidades médias como Turim ou Perugia, o mesmo perfil cabe em 1.400 euros. No sul, como Calabria ou Sicília, é possível ficar abaixo de 1.300 euros.
Diferença prática entre Itália e Brasil

O custo na Itália é cerca de 64% maior que no Brasil em itens como moradia e serviços, conforme o Expatistan. Porém, o salário médio líquido nacional fica em 1.665 euros (dados Numbeo), e no norte pode passar de 1.700 euros.
No Brasil, quem ganha o equivalente em reais enfrenta inflação em remédios e planos de saúde particulares.
Na Itália, cidadãos italianos reconhecidos com o passaporte italiano podem contar com o SSN gratuito para o titular e dependentes, reduzindo uma despesa que no Brasil pode comer 300-500 reais por mês. Transporte público também é mais previsível e integrado.
Melhores opções de cidade para quem tem cidadania italiana

• Norte (Milão, Turim): mais vagas de trabalho em indústria, tecnologia e turismo, mas aluguel alto. Ideal se o salário compensar.
• Centro (Roma, Bolonha): equilíbrio entre custo e oportunidades.
• Sul e ilhas (Nápoles, Palermo, Brindisi): aluguéis mais baixos, comida fresca barata e muitas cidades de origem de antepassados brasileiros. Brindisi aparece como uma das mais acessíveis segundo o Istat.
Algumas regiões oferecem incentivos para novos moradores, como subsídio no aluguel ou imóveis a preços simbólicos em vilarejos do interior, mas exigem residência fixa e, em alguns casos, abertura de negócio.
Quanto rende o salário na prática
Sem salário mínimo nacional, os valores seguem convenções coletivas por setor. Um profissional iniciante em serviços ou indústria começa entre 1.200 e 1.500 euros líquidos. Com experiência ou qualificação, o norte paga mais.
Quem tem cidadania italiana pode somar renda remota ou trabalho na UE sem burocracia extra.
Para um casal sem filhos morando em cidade média, 2.200 euros líquidos juntos cobrem moradia confortável, mercado cheio e sobra para viagens curtas. No sul, o mesmo valor rende mais.
O que considerar antes de mudar
Planeje os primeiros meses com reserva, porque depósito de aluguel e mobília somam. Brasileiros com passaporte italiano evitam visto de trabalho e ganham tempo para se adaptar. O custo sobe em Milão e Roma, mas cai bastante a 30-60 minutos de trem dessas capitais.
Os números de 2026 mostram que a Itália não é o lugar mais barato da Europa, mas oferece estabilidade e serviços públicos que fazem diferença no dia a dia.
E se este é o seu objetivo, conte com a Belon. Nós respeitamos o seu sangue italiano, oferecendo um atendimento personalizado e que vai de encontro às suas raízes e reconexão com a Itália.
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Fontes principais: Numbeo (23/02/2026), Wise, Eurodicas (baseado em Numbeo e Istat), Expatistan. Os valores podem variar com inflação ou escolha pessoal, mas servem de base sólida para quem está calculando a mudança.
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